terça-feira, 17 de setembro de 2013
Meio ano
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
O infinito de um fim de semana
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Sim, Harry Potter de novo
Eu já desisti de tentar superar Harry Potter, sabe. Esse é um assunto de eterno looping da minha vida, uma paixão eterna, e não adianta. Além disso, eu não nego fervo online, e a Tary propôs na máfia que respondêssemos em vídeo um meme que se chama “50 dias de Harry Potter”, onde na verdade você responderia 1 pergunta por dia. Mas aqui estou eu, falando por quase 25 minutos e pagando muito mico para responder 50 questões sobre o assunto. Me aguente se quiser.
domingo, 1 de setembro de 2013
São coisas que ninguém sabe
Acho que uma coisa que ninguém sabe é falar algo de útil e coerente sobre o que ama demais. Eu pelo menos não sei fazer isso. Tento ser séria, coerente, expor argumentos, mas só consigo é falar de amor.
Coisas que ninguém sabe entrou na minha vida quando eu vi que a Tary estava lendo, e me encantei. Pela capa, pelo título, pelo nome do autor. Tenho um fraco por italianos, e acho que nunca tinha lido um livro de um italiano. Heresia, já entendi.
Não consegui devorar esse livro porque foi ele que me devorou. Demorei pra ler porque ficava exausta de tanto ter motivos pra gritar, motivos pra reler o trecho e sofrer de amor mais uma vez, motivos pra ficar estática olhando reto antes de virar a página. Terminei hoje de tarde, no meio de lágrimas e de um segundo pacote de flags vazio. Cheguei a usar 3 por página.
Portanto, não vou saber resenhar esse livro, e nem vou tentar. Só sei que uma coisa que ninguém sabe é contar até para sempre. Sei que às vezes não precisamos fazer nada errado para que as coisas não deem certo. Sei que nossas mãos às vezes falham, e sei que as vacas não sabem descer as escadas, mas sabem subí-las. Sei que o importante é ensinarmos quem a gente ama a se encontrar dentro de si mesmo. Que o amor e a paixão são coisas diferentes que as pessoas tem mania de misturar nos momentos errados. E sei também que o inferno é a terra onde os corações são gelados por preferirem se preservar do sofrimento. E afirmo que se é assim, eu vou preferir sofrer, sempre.

